Desejos para o Natal de 2017 e o final do ano

Oi, amores! Tudo bem?

Então, o natal se aproxima, não é?! Uma das coisas que eu mais gosto nessa época do ano é a vibe bem gostosinha de que vai dar tudo certo, as músicas, as luzes, fica uma coisa bem mais leve, parece que as pessoas estão mais tolerantes e animadas com o que o ano seguinte tem a oferecer. Eu também adoro essa contagem regressiva e a preparação para a noite de natal.

Confesso que quando paro para pensar onde eu estava no ano passado e onde estou agora, dá uma coisa doida na cabeça, pois muita coisa aconteceu, vivi 45 vidas em um ano e, no geral, 2017 foi um ano muito bom. Acredito que cresci muito e essa reta final foi super definitiva para mim enquanto profissional. Estou muito animada para o que 2018 tem a oferecer, pois vou me formar, e mal posso esperar para ver o que vai acontecer depois disso.

Para esse natal, sendo bem honesta e humilde, eu quero paz de espírito, sem aquela coisa de me sentir culpada por não estar ocupando todo o meu tempo com obrigações da vida adulta – apesar de ainda estar indo para o estágio. Quero tranquilidade para ficar na capa deitada assistindo besteira, sem me preocupar com nada. Quero poder cuidar de mim mesma, fazer exercícios, escutar muita música, assistir filmes e ler livros que perdi durante o semestre doido.

Quero poder estar próxima de pessoas que eu gosto, que me alimentam de coisas boas, que estão na mesma vibe que eu e só tem o que acrescentar. Para esse natal, eu quero distância de preocupação e ansiedade, pois tenho consciência de que dei o melhor de mim durante todo esse ano e conquistei coisas incríveis. Para esse natal, quero me sentir livre.

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Conversa: falta de inspiração

Oi, amores! Tudo bom?

Hoje eu quase, pela primeira vez em dois anos do blog, não fiz um post! É por isso, inclusive, que esse entrou mais tarde. Passei a manhã inteira tentando pensar em alguma coisa para postar e nada veio a mente, então pra não simplesmente postar qualquer lixo ou uma coisa que não tinha nada a ver, resolvi que não postaria.

Eu tinha planejado falar sobre minha formatura que está se aproximando, coloquei “conversa sobre final do curso” no meu planejamento, mas acabei decidindo que não iria falar sobre isso ainda. Estou terminando o sétimo período de jornalismo, mas ainda tenho um período pela frente – e um TCC. Então não acho que seja a hora para começar a lamentar ainda, afinal sei que fazer um TCC não é coisa fácil.

Fiquei buscando uma alternativa, mas simplesmente não me ocorreu nenhuma outra ideia, então resolvi fazer um post sobre algo que todos nós sofremos: falta de inspiração, bloqueio, falta de motivação e simplesmente falta de vontade. Não entenda errado, eu tenho mais outras dezenas de posts planejados para as próximas semanas, mas hoje simplesmente não me veio nada em mente; de última hora, meu cérebro não funcionou.

Eu até me considero uma pessoa criativa, ideia fluem com certa facilidade e naturalmente, mas eu sou um ser humano, então vez ou outra a cabeça não está no lugar certo ou o cansaço é muito grande, então nada surge. Isso é normal e não vejo porque se frustar, mas com certeza também não é “desculpa” para simplesmente não fazer, não é?!

Então para que nunca mais eu fique sem ideia para fazer um post, fiquem à vontade para deixar pedidos, sugestões, dicas, o que for, nos comentários abaixo, pelo instagram (@conversasdepenteadeira) ou por email (paulapaixaocdp@gmail.com) e eu vou amar demais.

Conversa: problemas do instagram

Oi, amores! Como vão vocês?

Então, se vocês acompanhando o instagram do blog, já devem ter me visto reclamar mais de uma vez sobre o algoritmo e funcionamento do aplicativo. Com cada atualização, me decepciono mais e cheguei até a passar um tempo sem postar, pois a situação ficou bastante frustante por lá, mas queria explicar um pouco melhor do que acontece, para quem não entende muito dessas coisas – pois sei que minhas amigas blogueiras estão passando pelo mesmo estresse e me entendem.

O algoritmo de um aplicativo é a forma como ele é programado para funcionar, filtrando e exibindo informações a partir disso. Assim como o Facebook, o Instagram não mostra as coisas em ordem cronológica, mas sim com base no que ele considera ser interesse de uma pessoa. Se você seguir alguém novo, o aplicativo vai mostrar algumas das publicações mais recentes do perfil e, a partir da sua interação com aquele conteúdo, definir se deve lhe mostrar mais ou não.

Acontece que não tem como a pessoa controlar isso e acaba que muitas vezes um determinado perfil simplesmente não vai mais aparecer no seu perfil e você não vai nem lembrar mais que seguia. Para quem tem perfis profissionais, como é o caso do perfil do blog, esse algoritmo é ainda mais apertado, pois ele considera aquele perfil uma empresa.

O que significa ser uma empresa dentro do Instagram (o mesmo é válido para o Facebook)? Bem, isso quer dizer que para ser visto pelos seus “clientes”, para que sua conta seja “divulgada”, você vai precisar fazer um pequeno investimento. E é pequeno mesmo, um mínimo de R$ 3, que eu paguei algumas vezes para tentar salvar algumas das minhas postagens do fundo do poço.

Porém, duas coisas acontecem quando você paga para que mais pessoas vejam sua postagem: primeiro que quem está vendo não são pessoas novas, possíveis novos seguidores, mas sim as pessoas que já seguem seu perfil. Essa ideia pra mim é absurda, sendo bem sincera. Se eu já conquistei o seguidor, porque preciso pagar para que ele tenha melhor acesso ao meu conteúdo?

A outra coisa é que o perfil fica “viciado” e vai mostrar para ainda menos pessoas suas postagens que não foram pagas, querendo forçar o usuário a continuamente. O problema é que as pessoas ainda não adquiriram o hábito de comprar nada no instagram, propaganda não é uma coisa que gera engajamento. É muito óbvio, se pessoas estão utilizando mais YouTube e Netflix pelo conforto de não precisar de comerciais, porque elas iriam querer ver isso no Instagram?

Acontece que então a intereção cai, as curtidas somem, ninguém mais vê nada do seu perfil e com isso vem a desanimação, falta de interesse e de motivação por parte das blogueiras. Vi várias meninas que eram super ativas irem abandonando aos poucos seus perfis, desapontadas com a falta de retorno com seu trabalho. Não adianta o esforço que  a gente coloca em um conteúdo, ele simplesmente não é visto e isso é muito frustrante.

É mais irritante ainda porque os acessos do blog continuam indo muito bem, até crescendo, independentemente da dificuldade de lidar com o Instagram, então se você segue, dá uma entrada lá no perfil. Tenho certeza que você vai encontrar conteúdo que não tinha visto, pois eu posto praticamente todos os dias. Aproveita e ativa as notificações pra não perder!

Conversa: como não criticar maquiagem alheia

Oi, amores! Como estão?

Eu sou o tipo de pessoa que repara muito na maquiagem dos outros, ÓBVIO. É uma coisa que eu amo, que tenho curiosidade, e sempre reparo se alguém estiver usando maquiagem junto de mim. Se a pessoa não estiver usando também, eu fico olhando para o rosto dela e imaginando como faria maquiagem nela. Sim, eu sou doida, fazer o que?

Mas mais de uma vez, já aconteceu de alguém ficar comentar sobre a maquiagem de outra pessoa comigo. A questão é que existem comentários e comentários, né?! Por exemplo: eu AMO usar blush; normalmente quando coloco, coloco pra que fique aparente mesmo, naquela daquele toquezinho de cor que você respira e já saiu, gosto de olhar no espelho e ver. Para algumas pessoas, isso é visto como a coisa mais errada do mundo e pode gerar comentários.

Outra coisa é quando uma pessoa erra no tom da base e não puxa o produto até o pescoço, aí fica aquela linha no queixo e nas orelhas, marcando a diferença. A diferença, para mim, é que a questão do blush é gosto pessoal e a questão da base é desligamento. Eu já usei base que não era meu tom exato, por vários motivos – porque queria testar pra vocês, porque não reparei que a base oxida ou porque não tinha outra opção mesmo. Mas sempre que passo base, passo nas orelhas e no pescoço também, então acaba que minimiza os erros.

O que eu não acho legal é quando uma pessoa usa muito iluminador ou muito blush e alguém comenta como se estivesse errado, sabe?! Porque, para mim, não está. Em lugar nenhum diz qual é a quantidade, é mesmo uma questão de gosto pessoal. E se a pessoa gosta, qual é o problema? Eu gosto de sair parecendo boneca com a bochecha bem rosinha, e aí?

Também adoro um contorno mais marcadinho, mas já aconteceu de eu errar na mão e ficar manchado, fazer o quê? Acho que ninguém tem direito de sair apontando pra maquiagem do outro não, no máximo rola dar um toque na pessoa e pronto, deixa ver o que ela vai fazer. Se na semana seguinte ela aparecer do mesmo jeito, deixa pra lá.

Maquiagem é uma coisa bem pessoal e é até um pouco desconcertante quando alguém aponta algo errado no seu rosto, afinal, é seu rosto! Imagina só alguém dizendo que tem algo estranho bem ali na sua cara; nossa, preferia morrer. Então vamos deixar pra lá a crítica da maquiagem alheia, vamos cada um ser feliz com blush marcado e contorno escuro – mas sempre avisa a amiga se ela estiver com o dente sujo de batom, ta?!

Conversa: minha história com maquiagem

Hello, amores! Tudo bom?

Todo mundo que ama maquiagem tem sempre um histórico longo e cheio de amor com produtos, não é?! Pois então, comigo não foi muito diferente, mas eu demorei um bocado para acordar para esse mundo e diria que só passei a amar mesmo maquiagem por volta dos 19 anos.

Quando eu era pequena, como toda criança, eu amava olhar as coisas da minha mãe, pedia pra passar batom e queria ver quando ela se maquiava. Na adolescência, eu tinha alguns produtos, mas além de não saber usar, alguns deles não eram certos pra mim. Eu tenho a pele oleosa e não usava o tipo de base certa e até errava nas cores às vezes também.

Quando eu terminei o ensino médio, comecei a assistir alguns tutorias no YouTube só pra passar o tempo e comecei a amar muito os resultados, percebi como aquilo tinha um efeito nas pessoas, não apenas na questão da beleza mesmo, mas como isso representa um momento em que a pessoa tira para se cuidar. Então comecei a investir nos produtos certos para mim e de boa qualidade, então o amor só foi crescendo.

Passei a entender um pouco mais meu rosto e a gostar de partes que eu não gostava tanto. Passei a entender como me cuidar e a dedicar momentos para mim. Depois de um tempo assim, minha visão mudou um pouco. Passou de “maquiagem para se cuidar” para uma questão de forma de expressão.

Eu passei um tempo fazendo a mesma coisa e cansei, parecia que eu estava sempre do mesmo jeito, quando a gente sabe que nosso humor e preferências mudam com certa frequência. Assim, passei a usar maquiagem para expressar como eu me sinto. Se quero uma coisa mais menininha, uso mais blush e vou com calma no contorno. Se estiver mais na bad, largo as cores abertas e prefiro um visual mais minimalista.

Dessa forma, passei a amar maquiagem de uma forma diferente, como uma extensão de quem eu sou, como a forma que eu quero me representar. Por isso, quero aprender cada vez mais sobre maquiagem artística. Espero continuar crescendo dessa forma, amadurecendo. Maquiagem é mesmo uma coisa que me mudou e que eu não largo mão, defendo com unhas e dentes e acho que todo mundo possa experimentar um pouco.

Conversa: convivendo com ansiedade

Eu e várias outras pessoas ao meu redor temos que conviver com ansiedade. Não estou falando do clichê de “ai, to ansiosa pra que x aconteça”, mas sim do distúrbio mental que faz a gente, muitas vezes, ficar paralisada. Mas não se preocupe, não é nada contagioso e não é pessoal, mas peço alguns minutos de atenção para falar sobre uma coisa: compreensão.

Quando eu era mais nova, minha ansiedade era um problema muito maior pra mim, porque eu não entendia, não sabia o que estava acontecendo, era completamente inconsciente do processo mental pelo qual eu estava passando. Hoje, depois de alguns anos de tratamento, eu já consigo até prever algumas situações que vão me causar ansiedade (exemplos mais simples sendo semana de provas e entrega de notas), então eu posso no mínimo tentar me preparar para elas, se não tiver como evitar.

Porém, às vezes fica difícil de lidar. Ansiedade é aquela voz que não se cala nunca na sua cabeça, que te enche de preocupação, que fica criando cenários horríveis de como tudo vai dar errado na sua vida, de como você nunca vai sair do estado que se encontra. Às vezes, chega em um nível que a gente começa a tremer sem controle, começa a chorar sem parar, fica sem ar. O medo e o inesperado fazem a gente perder um pouco o lado racional, mas uma hora ele volta.

Uma hora eu percebo que, na verdade, vai dar tudo certo sim, mesmo a ansiedade me dizendo tudo aquilo que pode dar errado. Se você conhece alguém que sofre com ansiedade, tenha paciência, abra o coração e saiba que não é uma coisa simples, que não vai passar de repente, que não é um exagero nem drama, mas que uma hora a crise vai passar.

A gente precisa de um momento sozinho, quieto, afastado, para processar, entender e aceitar. Não é culpa sua e nem minha, mas tem dia que eu não acho suas piadas engraçadas, tem dia que eu quero ficar calada, mas não faz mal. Para mim, não é problema nenhum se você não ficar tentando me ajudar a sair do estado de ansiedade, da maneira como acha melhor, basta agir normalmente.  Apenas entenda e me dê espaço e eu prometo que em breve voltarei a ser a pessoa de sempre e que, qualquer dúvida, pode perguntar.

Os desafios de manter um blog

Oi, amores! Tudo bom?

O Conversas de Penteadeira vai completar dois anos de vida em novembro, então meio que já comecei a contagem regressiva do que foi o 2º ano aqui com vocês. O tempo passa muito rápido, muitas coisas acontecem, e eu aprendi muita coisa. Entre esses apredizados estão, claro, as coisas não são tão fáceis para quem tentar manter um blog consistente e queria compartilhar com vocês algumas delas.

Questão de conteúdo e dia de postagens é muito fácil de resolver quando se há um planejamento, mas às vezes o que você planeja não sai como você queria ou simplesmente não sai. E aí vem o desafio número um: tecnologia. Sim, da mesma forma como foi a tecnologia que tornou possível a existência desse blog, ela também atrapalha.

Já aconteceu mais de uma vez de eu tentar fazer algo diferente em uma postagem e o WordPress simplesmente não permitir ou dar erro na hora de salvar e apagar tudo. Ou então dá um bug no sistema e uma postagem não entra. Uma vez aconteceu de uma postagem feita no dia 8 de junho entrar antes do dia 3 na página principal, mesmo tento sendo publicada depois. Ou então a postagem entrar no facebook, mas não estar visível na página principal. Coisa que simplesmente não fazem sentido e você não sabe nem o que fazer para consertar.

Outra coisa que pode ser extremamente complicado, mas que é uma grande parte de pessoas que tem blog, é o fato de que você trabalha sempre sozinha. Não é questão de ter que fazer todo conteúdo por si só ou nada do tipo, mas porque você não tem ninguém pra revisar o que você fez, ninguém com quem discutir as ideias, ninguém com quem contar na hora que você quer fazer algo diferente, mas está sem inspiração.

A força de vontade, habilidade e sensibilidade tem que vir apenas de uma pessoa e, acredite se quiser, pode acabar sendo um pouco cansativo. Sem falar que ainda tem o risco de se acomodar e nunca fazer nada de diferente, porque você acha que já sabe quais são todas as possibilidades dentro daquele meio. No jornalismo, eu sempre tenho um editor ou professor com quem trocar as ideias e tentar fazer as coisas crescerem ainda mais, mas no blog, é comigo e com a sorte.

A terceira coisa, que eu acho que tem um pouco de relação com as duas anteriores, mas pode ser resolvida independentemente delas, é a necessidade de aprendizado constante. Pode parecer estranho listar aprendizado como um desafio, mas a perspectiva aqui é que você precisa ter a curiosidade, força de vontade, abertura e consciência para entender em quais pontos você pode crescer e então correr atrás para aprender.

É um exercício que, muitas vezes, dá preguiça de fazer e, mais uma vez, seria mais fácil se você tivesse uma pessoa do seu lado para lhe mostrar certos truques e dar dicas. Quando você depende de si próprio, é necessário fazer uma auto-análise constante do que você já fez, está fazendo e quer fazer, para então descobrir o que falta para alcançar o objetivo e, dando tiro no escuro, procurar o caminho para chegar lá.

No final das contas, é mesmo como andar por uma estrada à noite, onde a cada passo você precisa ler uma placa de direções nova para saber para onde está indo. É um processo que eu aprendi a gostar e faz sentido pra mim hoje em dia, mas que, como eu não sou de ferro, tem dia que me faz questionar certas coisas. E você? Quais são suas dificuldades?

Conversa: volta às aulas, mais uma vez

Oi, amores! Como vão vocês?

Pois então, minhas aulas voltaram pela penúltima vez! Isso mesmo, ano que vem eu serei a mais nova jornalista arrasando por aí. É estranho pensar sobre isso, mas como ainda temos esse semestre inteiro pela frente, vamos com calma encarar mais quatro meses da rotina mais louca da vida.

As aulas voltaram há duas semanas e eu já estou a ponto de morrer querendo férias novamente. Eu sinto muita falta de poder conversar com vocês no instagram e fazer lives de vez em quando, poder ir no shopping mostrar uns achadinhos e passar a tarde inteira assistindo RuPaul’s Drag Race. Eu gosto da minha faculdade e das pessoas com quem convivo, me divirto bastante entre as aulas, mas sabe quando o cansaço pega mesmo e você só queria colocar o diploma debaixo do braço e seguir? Estou nesse nível.

Porém, como querer não é poder, voltei para a rotina impossível novamente. Tenho mostrado algumas coisas no instagram, mas até isso fica difícil no dia a dia. Para vocês terem uma noção, eu saio às 6:20 para ir para o estágio, de lá vou pra aula, que começa às 13hrs e normalmente chego em casa por volta das 19hrs. Ou seja, são mais de doze horas na rua, minha gente. Não é nada fácil, viu?! Tenho muito pouco do que reclamar nessa vida, mas do que posso, cá estou.

Não tenho nem conseguido brincar muito com maquiagem, porque não dá tempo de manhã cedo – teria que acordar às 5 da manhã pra conseguir, mas sem condições, né?! Muitas vezes chego em casa e ainda tenho que fazer coisa da faculdade, do estágio ou mesmo do blog, então nem entrar muito no instagram estou entrando, o que é um pena, porque adoro.

Peço que vocês não desistam de mim nesse meio termo aí que seria consumida pela onda da minha graduação, okay?! Os posts do blog vão continuar entrando normalmente e sempre tenho planos para inovar as coisas pelo instagram, pra não ficar tedioso, então vem comigo que tem umas ideias legais surgindo por aí. Ah, e já vou dizendo que a contagem regressiva para o natal começou aqui.

Conversa: YouTubers e outros talentos

Olá, amores! Tudo bem?

Eu vejo, diariamente, pessoas falando mal de YouTubers por causa das coisas que eles fazem fora do YouTube. Sempre que alguém vai lançar alguma coisa, é uma enxurada de comentários duvidando das habilidades da pessoa, dizendo que é só porque ela tem nome, que se não fosse pelo YouTube ela nunca teria aquilo…

É verdade sim que muitas das oportunidades que YouTubers recebem são consequências da fama que eles adquiriram pelo canal que tem. Mas, vamos pensar no seguinte: será que o YouTuber não teve que trabalhar para conseguir milhões de seguidores? Os YouTubers mais conhecidos atualmente tem canal há muitos anos, MUITOS MESMO, tipo 8, 9, alguns até 10 anos. São 10 anos de trabalho recompensados com uma parceria de uma marca que quer lançar um produto e se “aproveitar” do público já cativo do criador.

Gente, é assim que o mundo gira, uma mão lavando a outra sempre. Se o YouTuber não tivesse o público que tem, provavelmente não surgiria a proposta de parceria, mas ele teve que trabalhar para chegar em um patamar no qual empresas buscassem uma parceria com eles. Outra coisa: será que é porque a pessoa tem um canal no YouTube que ela não tem talento para mais nada?!

Trabalhar com produção de conteúdo é uma coisa que exige muita criatividade, então quem disse que o YouTuber não pode explorar esse lado de criador em outras áreas? Será que ele não pode gostar de escrever músicas, roteiros ou até livros? Será que uma YouTuber que fala sobre produtos de maquiagem há 8 anos não tem capacidade de criar um bom batom ou uma boa paleta de sombras?

Não estou dizendo que tudo que os YouTubers fazem é maravilhoso. Alguns lançamentos acontecem meramente para levar o nome de uma pessoa e o produto final pode nem ser tão bom, mas aconteceu como uma recompensa pela base de fãs de o YouTuber construiu durante os anos.

Mas quem aqui nunca trabalhou numa coisa enquanto explorava outra área? Gente, isso é muito comum, só que não está sempre sob os holofotes nos quais YouTubers são colocados. Mas é assim que as pessoas são, muitas tem mais de uma habilidade, mais de um dom, mais de uma paixão, então porque não unir o útil ao agradável?

Vejo constantemente pessoas acusando YouTubers de só fazerem as coisas por dinheiro, de colocar o nome nas coisas só pra dizer que tem, mas gente… é tudo consequência. Da mesma forma como o público deu fama a família Kardashian e parentes, o público faz o YouTuber, cabe a ele ter a ética e moral necessários para realmente só fazer aquilo que sabe e lançar coisas realmente boas e legais.

Diário #5: viagem para Fortaleza

28, 29, 30 de Junho e 1º de Julho de 2017

Eu já havia visitado Fortaleza antes, mas dessa vez foi especial por vários motivos, a começar pelas pessoas. Fui para lá com o propósito de participar de um congresso de comunicação que estava acontecendo, então muitas pessoas da minha turma e alguns professores também foram. Esse foi um grande diferencial da viagem: a companhia e a tiração de onda.

Eu e mais cinco meninas conseguimos alugar um apartamento super chique na beira mar por um preço muito legal; era enorme, tinha uma segurança muito boa e era super coisa de gente ryca e phyna, então tive que fingir costume diariamente. Também visitamos a Praia do Futuro em um dia mais livre do congresso e foi incrível, pois era uma área mais separada da praia, que tinha uma recepção incrível e comidas maravilhosas.

Fizemos massagem na praia, comemos muito, passeamos na orla, tomamos muito sorvete e fomos dormir super tarde falando besteira e fazendo palhaçada uma com a cara da outra. Eu sou o tipo de pessoa que não me dou muito bem com rotinas, mas amei acordar todo dia com as meninas e tirar uma a uma da cama, tirando onda com o mal humor matinal.

O congresso em si também foi uma experiência maravilhosa. Apresentei uma oficina e um artigo e pude ver o potencial que a profissão tem como agente modificador da sociedade. Os outros projetos que vi eram incríveis e é muito legal ver outras pessoas pelo nordeste se esforçando para praticar um jornalismo consciente e responsável.

No momento em que nossa profissão se encontra, é justamente de encontros assim que precisamos. Inspira muito ver pessoas interessadas em entender coisas novas, buscando se aprimorar na profissão. É muito interessante também ver os diversos encaminhamentos dentro da área, tem tanta opção e possibilidade que às vezes a gente nem se toca.

Como um professor meu disse, às vezes mais importante do que o próprio evento, é o relacionamento nutrido entre alunos e professores. E foi tudo isso e muito mais; voltei no domingo e já fiquei com saudades de encontrar a galera na beira mar, mesmo que eu os veja aqui sempre e Recife também tenha beira mar.

Foi uma experiência diferente, daquelas que a gente esquece tudo no curso, mas não deixa essa lembraça de lado nunca. Ano que vem tem mais e espero poder ir com tanta companhia boa assim!